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Armadilhas

Qui, 14 de Abril de 2011 00:00 | PostAuthorIcon Autor: José Luiz Capp | PDF Imprimir E-mail
Memórias da Cidade
Com meus quase oitenta anos gosto de andar pela nossa querida Osasco. Pouco antes de viajar para Curitiba onde me encontro em visita a parentes e amigos fi-lo como de costume. Fiquei entristecido. Nossa cidade vai completar 50 anos de autonomia e há muito ainda a se fazer por ela para uma comemoração condigna. O que vi nessa caminhada antes de viajar? Artérias, ruas e travessas do nosso sistema viário esburacadas e mal conservadas – verdadeiras arapucas para motoristas menos avisados – mas que têm que pagar os seus impostos em dia sem receber a contrapartida devida. E quando têm os seus veículos danificados? Abrir processos exaustivos para comprovar uma verdade incontestável? Para, na maioria das vezes, sairem como perdedores? Quando seremos tratados respeitosamente como CONTRIBUINTES e não como indivíduos incomodativos? Até quando essa inversão de valores?
E para quem se atreve a andar pela cidade, pelas calçadas esburacadas, em desnível, não mais destinadas aos pedestres, principalmente as calçadas largas da região central que se tornaram estacionamento de veículos obrigando o pedestre a se expor no leito carroçável? E as calçadas estreitas da Rua Primitiva Vianco, desniveladas,onde não há possibilidade sequer de cruzamento de dois pedestres? Outro enorme contrasenso é o tempo de travessia concedido ao pedestre para cruzar uma rua ou avenida – tente atravessar a Av. dos Autonomistas na esquina da Rua Primitiva Vianco em direção a Igreja da Graça de Deus (antigo Cine Estoril). Se você conseguir fazê-lo em tempo sem se intimidar com o ronco das motos que apressam a sua travessia, você realmente está em boa forma física.

Tenho visto o que isto tem representado para pessoas idosas e portadores de necessidades especiais! Situação idêntica pode ser constatada na travessia da Avenida Domingos Odália para quem se dirige para ou vem do Supermercado Wal Mart. Quem teria cronometrado esses tempos? Certamente um treinador de campeão olímpico.

Os responsáveis por essas situações teriam que acompanhar mais de perto o crescimento dinâmico da cidade corrigindo essas falhas. O que estabelecem as posturas municipais com relação a esses problemas? E Suas Excelências, os senhores Vereadores, nossos legítimos representantes? Tão perto desses problemas que não conseguem enxergá-los? Não andam mais a pé? Têm os seus carros equipados com super-amortecedores à prova de buracos?
Oh emancipadores da primeira hora, oh Ordem dos Emancipadores de Osasco, até quando teremos que lembrar nossas autoridades que a nossa cidade exige mais ação, menos burocracia e mais competência?

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